
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Licurgo em campanha pelo aumento da licença paternidade

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Após 17 anos, paranaense deixa Globo para atuar no SBT
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Lúcia Veríssimo e Licurgo Spinola vivem par romântico na nova trama do SBT

Na trama, Jandira, personagem de Lúcia, uma jornalista que acaba caindo na clandestinidade, irá se envolver com Batistelli, papel vivido por Licurgo. Os dois irão formar uma dupla de guerrilheiros e comandarão ações ousadas.
Amor e Revolução é a primeira novela da televisão brasileira a se passar na época da ditadura militar.
Data: 20/02/2011
Link da Notícia: http://www.areavip.com.br/amor-e-revolucao/lucia-verissimo-e-licurgo-spinola-vivem-par-romantico-na-nova-trama-do-sbtsábado, 5 de fevereiro de 2011
"Amor e Revolução". O novo folhetim de Tiago Santiago tem como base os ano do golpe militar
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Licurgo Spínola: “Acredito que Amor e Revolução será um marco na dramaturgia brasileira”
Depois de 16 anos na Globo, ele mudou de emissora para interpretar Rubens, um líder revolucionário da luta armada que tem um romance com Jandira, personagem de Lúcia Veríssimo. A última aparição de Spínola na TV havia sido na novela Tempos modernos, ano passado, na Globo.
Spínola adianta que o telespectador o verá em muitas cenas de ação. “O Rubens vai protagonizar sequências com perseguições, assaltos, sequestros”, avisa. Para se preparar, o ator, que antes de ingressar na carreira artística foi tenente-dentista do Exército por um ano, fará um treinamento. “A vida militar não é exatamente novidade para mim. Vou relembrar o que já aprendi.”
Ler bastante também faz parte da preparação de Spínola para o papel. Na bibliografia do ator, aparecem obras como Abaixo a ditadura!, de Cláudio Martins; e Confesso que peguei em armas, de Pinheiro Salles. “Lendo, fiquei impressionado com o grau de crueldade dos militares e com a resistência dos que lutavam contra a ditadura. É esse sentimento, de morrer pela liberdade do país, que eu busco para construir o Rubens”, revela.
A expectativa para a estreia no SBT é a melhor possível, garante o experiente ator. “Acredito que Amor e revolução será um marco na dramaturgia brasileira. Vamos tirar o véu desse período negro da história do nosso país”, afirma. “Acho que o público ficará curioso para saber mais sobre a história”, conclui.
GLOBO RECUSOU O PROJETO – A ideia de fazer uma novela que tivesse como objeto central a ditadura brasileira surgiu na cabeça de Tiago Santiago há mais de 10 anos, quando ainda era da Globo. Em 1997, chegou a apresentar a proposta de Amor e revolução à direção da emissora, mas não vingou. Talvez, agora, este seja o melhor momento para que a história aconteça.
Tiago Santiago diz que o folhetim vem com a missão de revolucionar o segmento de novelas do SBT. “Estamos com a expectativa muito grande para emplacar este sucesso. Minhas novelas originais conseguiram atingir a liderança no Ibope, ficando até à frente do Jornal Nacional”, torce Santiago.
“A gente tem todos os mecanismos para fazer um grande trabalho”, afirma Sérgio Madureira, produtor-executivo de Amor e revolução. Madureira, com 33 anos de experiência em novelas e especiais da Globo, mostrou a que veio ao organizar um workshop – com direito a tiros e atores vestidos de soldados – para todo o elenco, com ex-presos políticos. Tudo para dar mais bagagem à equipe. Também egresso da Globo, lá está o diretor Reinaldo Boury.
Para fugir, outra vez, de prática que tem se tornado regra na rede de Silvio Santos, a nova novela não será obra fechada: a estreia está prevista para o fim de março e, portanto, aberta a ajustes e adaptações ao gosto do freguês/audiência. O horário de exibição, a partir das 22h, foi definido justamente em função da liberdade em mostrar toda a violência que se julgar necessária para o contexto e, de quebra, evitar o confronto com a faixa nobre da Globo.
Por tratar-se de um tema que tende a gerar polêmica, a equipe de Amor e revolução tem se esmerado nos detalhes. Santiago recomendou aos atores que evitem os “cacos” (improvisos), para não correr o risco de melindrar qualquer personagem da história. Ao fim de cada capítulo, pessoas que vivenciaram o período são convidadas a dar o seu depoimento – como acontecia em Viver a vida, novela da Globo. A produção ainda tenta que a presidente Dilma Rousseff dê seu testemunho. Mas Boury, o diretor, avisa: “Quem quiser falar alguma coisa contra, o canal está aberto e pode se manifestar também”.
Data: 31/01/2011
Fonte: Jornal Estado de Minas
sábado, 29 de janeiro de 2011
Primeiras cenas de Amor e Revolução são divulgadas

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Golpe de Estado no Brasil em 1964
Jânio renunciou ao mandato no mesmo ano de sua posse (1961) e quem deveria substituí-lo automaticamente e assumir a Presidência era João Goulart, segundo a Constituição vigente à época, promulgada em 1946. Porém este se encontrava em uma viagem diplomática na República Popular da China. Militantes então acusaram Jango de ser comunista e o impediram de assumir seu lugar como mandatário no regime presidencialista.
Depois de muita negociação, lideradas principalmente pelo cunhado de Jango, Leonel de Moura Brizola, na época governador do Rio Grande do Sul, os apoiadores de Jango e a oposição acabaram fazendo um acordo político pelo qual se criaria o regime parlamentarista, passando então João Goulart a ser chefe-de-Estado.
Em 1963, porém, houve um plebiscito, e o povo optou pela volta do regime presidencialista. João Goulart, finalmente, assumiu a presidência da República com amplos poderes, e durante seu governo tornaram-se aparentes vários problemas estruturais na politica brasileira, acumulados nas décadas que precederam o golpe e disputas de natureza internacional, no âmbito da Guerra Fria, que desestabilizaram o seu governo.
O ditador de Cuba, Fidel Castro, vislumbrou expandir sua revolução no Brasil, inicialmente, usando as Ligas Camponesas de Franciso Julião. Posteriormente, propiciou treinamento militar em Cuba para brasileiros selecionados pelas organizações terroristas, capazes de desencadear ações de guerrilha urbana e rural. Além do apoio político, ajudou com dinheiro e armas.[1]
O Golpe de 1964 submeteu o Brasil a um regime alinhado politicamente aos Estados Unidos da América. O regime militar durou até 1985, quando, indiretamente, foi eleito o primeiro presidente civil desde as eleições de 1960, Tancredo Neves.